Há em mim um ser eu errante nesta terra lavrada de poesia.
Um batimento suave de coração que me chama
Das brumas do tempo, do raiar da alegria…
Na palma da minha mão, Há uma estrela do norte,
Ou a sina que a cigana me sinou um dia…
Os sonhos são a bússola que me guia
Mar a dentro corro campos de fantasia…
Abro meu corpo ao vento como vela de navio…
Navego em mim, neste corpo em
que resido,
Onde minha alma mora, e parte vida fora…
Mas regressa ao sol por,
Á quietude da morte, procurando o seu norte…
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